quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ternura


Deixo a respiração
amansar
nas tuas mãos.

Os sentidos acalmam-se
numa carícia doce,
inesperada.

Encosto-me ao teu ombro
e sinto-te vivo
então,
os sentidos exaltam-se
e entrego-me
na ternura dos teus gestos,
no fulgor do teu olhar,
sendo o que esperas
em mim.


Foto minha.

10 comentários:

Sonia Schmorantz disse...

O que podemos esperar das mãos do amado que não seja este carinho, tão bem vindo em qualquer momento da vida!
Lindo poema!
beijos

wind disse...

Lindo!
Beijos

Maria Clarinda disse...

LIndo o poema e a foto.
Jhs

Poemarte disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tony Madureira disse...

Lindo!

Bom fim de semna.

Eli disse...

É com a ternura possível que lhe desejo as melhoras...

:)

Déia disse...

E essa realmente parece ser a melhor forma para nos sentirmos vivos!
bj

Viajantis disse...

....comó são bons momentos desses...

gaivota disse...

que lindo poema numa foto profunda...
é sentir vida!
beijinhos

Nilson Barcelli disse...

Da acalmia à entrega.
Belíssimas palavras e construção poéticas..
Gostei imenso querida amiga.
Beijos.